Le scandale de la gaine (illustration)
Type de matériel :
TexteLangue : français Détails de publication : 2014.
Ressources en ligne : Abrégé : À suivre le fil des événements, on est tenté de parler d’une banalisation du terme de « scandale » tout comme Hannah Arendt parla de « banalité du mal ». Le vrai scandale est à chercher ailleurs, dans ce qui a pu, à telle ou telle époque, faire rupture avec un « mode de penser » considéré comme évident par la majorité. Quelques noms se détachent alors dans l’histoire de la pensée, celui de Freud n’est pas le moindre.Abrégé : Following the string of events, one is tempted to speak of a normalization of the term “scandal”, just as Hannah Arendt talked about “the banality of evil.” The real scandal is to be found elsewhere, in what could at such and such an era constitute a rupture with a “way of thinking” that had been considered obvious by the majority. Several names stand out in the history of thinking, not least of all Freud’s.Abrégé : Seguindo o fio dos acontecimentos, temos tendência a falar de uma banalização do termo « escândalo », um pouco à semelhança dessa « banalidade do mal » evocada por Hannah Arendt. Ora, o verdadeiro escândalo esconde-se noutros lugares, naquilo que, em determinada época, poderá ter constituído uma ruptura com um « modo de pensamento » considerado como evidente para a maioria das pessoas. Nomes existem que se destacam nesta história do pensamento, não sendo Freud um dos menos importantes.
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À suivre le fil des événements, on est tenté de parler d’une banalisation du terme de « scandale » tout comme Hannah Arendt parla de « banalité du mal ». Le vrai scandale est à chercher ailleurs, dans ce qui a pu, à telle ou telle époque, faire rupture avec un « mode de penser » considéré comme évident par la majorité. Quelques noms se détachent alors dans l’histoire de la pensée, celui de Freud n’est pas le moindre.
Following the string of events, one is tempted to speak of a normalization of the term “scandal”, just as Hannah Arendt talked about “the banality of evil.” The real scandal is to be found elsewhere, in what could at such and such an era constitute a rupture with a “way of thinking” that had been considered obvious by the majority. Several names stand out in the history of thinking, not least of all Freud’s.
Seguindo o fio dos acontecimentos, temos tendência a falar de uma banalização do termo « escândalo », um pouco à semelhança dessa « banalidade do mal » evocada por Hannah Arendt. Ora, o verdadeiro escândalo esconde-se noutros lugares, naquilo que, em determinada época, poderá ter constituído uma ruptura com um « modo de pensamento » considerado como evidente para a maioria das pessoas. Nomes existem que se destacam nesta história do pensamento, não sendo Freud um dos menos importantes.




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